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#2.5 Minimalismo

  O termo “Minimalismo” surgiu associado a um movimento artístico no século XX, que procurava utilizar um reduzido número de elementos como forma de expressão. Com o passar dos anos, este conceito estendeu-se a um estilo de vida. 

Quando aplicamos o Minimalismo ao consumo, este adquire uma relação de oposição ao consumismo, caraterizado pela crescente propensão a consumir em excesso. Este consumo é visível em diferentes áreas, desde a alimentação até ao vestuário e a outros objetos de utilização, sendo escusado descrever os prejuízos que a produção excessiva, não utilizável, tem no planeta Terra. 

Na generalidade das sociedades, existe um constante incentivo ao consumo. Quantos bens já adquirimos aos quais não damos valor? O Minimalismo realça a importância de fazermos escolhas mais ponderadas e conscientes. 

Quando olhamos para o espaço que nos rodeia de uma perspetiva minimalista, percebemos, na generalidade dos casos, que existe uma ocupação desnecessária deste espaço por objetos sem utilidade. Esta ocupação pode gerar desorganização e perdas de tempo evitáveis. Existem várias finalidades que podemos dar a estes objetos, desde reciclar até doar ou mesmo vender. 

Muitas vezes, pode ser difícil controlarmos o desejo de consumo ou desapegarmo-nos de objetos sem utilidade. O Minimalismo não passa por deixarmos de ter prazer em fazer compras. Na verdade, nem existe uma fórmula para o Minimalismo, cabe a cada um decidir aquilo que é importante para si e estabelecer prioridades. 

-Óscar Leite